29 de mar. de 2011

No Fim da Noite

No fim da noite, começa tudo de novo:
novas velhas dores madrugadas.
Os corpos se enchem de amores adormecidos.
Tudo se transforma,mas nada tira de cada um
seu direito à poesia. Nada se deforma:
sons,sonhos passageiros,
despertam roucos homens amanhecidos.

Lupicínio Rodrigues




Nenhum comentário:

Postar um comentário